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Home Conclusão

Conclusão

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Treino arte marcial há muitos anos, o Kung Fu em sí há mais de 22 anos, e com esta experiência posso ter por convicção alguns pontos onde passarei a explanar e dividir com o internauta/leitor.

Treinar há um determinado tempo, não quer dizer estar envolvido a um determinado tempo, são coisas diferentes. Conheço pessoas que dizem que treinam há 20, 30,40 anos artes marciais, porem, confundem o termo treinar com estar envolvido.

Treinar é ato, é ação, requer envolvimento, suor, movimento, trabalho árduo, ou seja, é uma atividade um tanto quanto desgastante, porem, infinitamente compensadora.

Estar envolvido pode ser por diversos ângulos, ou seja, desde aquele que leciona um estilo especifico, ou vários estilos, ou ate mesmo aquele que sempre esta assistindo aulas nas academias, vendo filmes, acompanhando eventos, todos estes de uma forma ou de outra estão envolvidos e a medida que o tempo passa, registra-se este envolvimento onde o lapso temporal passa a crescer.

Não podemos confundir treinar com estar envolvido, sejamos coerentes.

Muitos adeptos das artes marciais se enganam no verbo, ou seja, envolver e treinar representam ações diferentes, então isso é preciso ponderar.

Uma pessoa que esta envolvida com as artes marciais há 50 anos, não necessariamente sabe mais que outra que treina há 10, pois teoria sem ação e efetiva pratica e condicionamento não se aplica.

Importante frisar que venho de um fundamento marcial onde se presa em primeiro lugar pela aplicabilidade do conhecimento, por isso, norteio meu ponto de vista a iniciar por este conceito.

Pois bem, definidos estes conceitos, fica mais fácil de distinguir quem é quem.

De uma forma ou de outra, entendo que as artes marciais são um dos caminhos deixados por Deus para que possamos encontrar a evolução, independente de que religião o internauta / leitor seja adepto, acredito que os pontos centrais das diversas religiões existentes convergem para um mesmo destino: Deus.

Até mesmo ao ateu, é de vital importância ter o mínimo de conhecimento sobre as atividades marciais, pois já que este não acredita em Deus, só tem a si para contar, razão pela qual deve estar mais preparado ainda.

Na esfera emocional, defino como uma importante ferramenta de controle, e incentivo de superação, pois com fartamente explanado nos textos deste site, a arte marcial impulsiona a busca pelo equilíbrio e conhecimento pessoal.

Como toda atividade que desenvolvemos em vida, estamos sujeitos a fatalidades, desde acidentes mais simples como até os fatais, mas é preciso entender que esta natureza não é proveniente do Kung Fu ou de qualquer que seja a arte marcial praticada, mas é advinda deste mundo, pelo simples fato de nascer.

Viver é um risco. Conheci pessoas que nunca fumaram e morreram de câncer no pulmão. Conheço pessoas que nunca dirigiram e morreram em acidente de transito. Já vi pessoas que nunca entraram em um avião e acabaram morrendo por um.

Desta forma, volto a afirmar: viver é um risco. Quem não esta disposto a assumir riscos, não esta disposto a viver.

Não gostou? Reclame com Deus! Esta regra não foi criada por mim ou por qualquer outro ser humano, estas são as regras do Universo. Por isso, não se prive de seus desejos, de seus sonhos, de suas conquistas, de suas experiências por medo de correr riscos.

A vida é um risco, esteja disposto a viver.

As artes marciais como um todo, é uma oportunidade de se abrir para o Universo de uma maneira que você nunca viu igual.

Você leitor/internauta é uma dádiva, um ser único, que esta aqui para fazer diferença. Crie, Mute, Amplie, Descubra, Emocione, Viva.

Cuidado com o ladrão de sonhos.....

Corra os riscos, faça o Bom Combate, conforme recomendado pelo Apóstolo Paulo, para que ao final da sua vida, como escreveu Paulo Coelho em um de seus maravilhosos livros: “ É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida.”

Por fim, deixo esta reflexão e a pergunta ao final:

- Quem é o melhor no uso da espada? -perguntou o guerreiro.

- Vá até o campo perto do monastério - disse o Mestre - Ali existe uma rocha. Insulte-a.

- Porque devo fazer isto?-perguntou o discípulo.- A rocha jamais me respondera de volta!

-Então, ataque-a com sua espada -disse o Mestre.

- Tampouco farei isto - respondeu o discípulo. - minha espada se quebrará. E se atacá-la com minhas mãos, ferirei meus dedos sem conseguir nada. Minha pergunta era outra: Quem é o melhor no uso da espada?

- O melhor é o que se parece com a rocha - disse o Mestre. - Sem desembainhar a lâmina, consegue mostrar que ninguém poderá vencê-lo.

 

QUEM É QUEM?